Especial – Dia dos Pais – Prive Contos Eróticos – (Incesto) Meu filho, meu amigo íntimo

 

Durante muitos anos tentei negar a mim mesmo a minha homossexualidade e viver como qualquer homem heterossexual. Descobri-me gay ainda adolescente, olhando com desejo para os meus amigos de escola e outros homens, na rua ou na televisão e em revistas. Porém, sempre achava aquilo errado. Bati muitas punhetas começando os pensamentos com mulheres, mas terminando-os pensando em estar transando com homens e, imediatamente, gozando. Para superar isso, arranjei namoradas e transei com todas, acreditando que tudo passaria. Casei-me cedo e com sinceridade de coração, querendo ser feliz e fazer minha esposa feliz. No entanto, o meu desejo por homens, ao invés de diminuir, só cresceu. Chegou a um ponto em que não pensava em outra coisa, tornando-se o desejo pelo corpo masculino uma verdadeira obsessão. Casado havia mais de 10 anos e com um lindo e abençoado filho de 9 anos, decidi experimentar a relação com outro homem, mas sem qualquer compromisso, para não prejudicar meu casamento. A minha opção pode não ter sido a melhor, mas foi a que me pareceu a mais apropriada naquele momento: uma sauna gay.

Descobri uma sauna em Pinheiros e fui pela primeira vez. Na entrada, o funcionário avisou-me tratar-se de um ambiente gay. A ele respondi que sabia e no meu interior disse-me: “Por isso mesmo estou aqui!”. Um massagista loiro e forte mostrou-me toda a casa e orientou-me o seu funcionamento. No vestiário, tirei a roupa e enrolei-me numa toalha branca já meio puída devido ao muito uso, dirigindo-me à sala de vídeo, que eu percebera ter vários homens batendo punheta, quando estava conhecendo a casa. Sentei-me e fiquei vendo o filme que era hetero. Alguns garotos muito sarados punham pra fora seus paus duros e, quando algum dos homens mais velhos olhava por algum tempo, eles se aproximavam. Descobri, depois, tratar-se de garotos de programa. Fiquei de olho em um rapaz bem magro e de corpo definido, com uma rola bem grande e firme. Com a mão por baixo da toalha, fiquei me masturbando, ora olhando para ele, ora pra o filme. Quando ele fez sinal para mim, o tesão foi tão grande que imediatamente gozei na toalha. Levantei-me sem graça e meio com raiva de mim por não ter agüentado segurar o gozo e fui para o chuveiro. Tirei a tolha, pendurei-a na válvula do chuveiro e me lavei, observando vários homens de paus duros fazendo o mesmo. Lavei a toalha para tirar o esperma e, saindo do chuveiro, comecei a torcê-la bem para escorrer toda a água. Estava assim, nu e com a toalha na mão, quando o garoto da sala de vídeo aproximou-se de mim e se ofereceu para me ajudar. Ele segurou uma ponta da toalha, eu segurei na outra e juntos a torcemos, até parar de pingar água. Ele me convidou a sentar numa mesa do bar e, com muita simpatia e objetividade, propôs-me uma transa num quarto alugado na própria sauna, dando seu preço. Aceitei. No quarto, tiramos nossas toalhas, ele se aproximou de mim, me abraçou e começou a me beijar. Entreguei-me ao meu primeiro beijo gay com intensidade. O garoto de programa passou a beijar, lamber e mordiscar meu pescoço, orelha e mamilos, levando-me às alturas do êxtase sexual. Nunca, em toda a minha vida sexual havia sentido tantos pontos de prazer em meu corpo. Finalmente, foi descendo sua boca pelo meu corpo e abocanhou minha pica pulsante de desejo, chupando-a como nunca havia sido chupado. De repente parou, levantou-se e voltou a me beijar com sofreguidão, fazendo-nos cair na cama, abraçados e nos esfregando um no outro. Voltou a chupar meu pau e, virando seu corpo, aproximou sua rola grande e duríssima de meu rosto. Não foi preciso dizer nada: segurei pela primeira vez na vida o caralho duro de outro macho e o chupei. Que delícia! Que sensação maravilhosa! Que tesão indescritível ter a rola de outro homem na boca, ainda mais sendo chupado ao mesmo tempo. Depois de um tempo ele propôs que gozássemos juntos. Deitei-me de costas e ele ajoelhou-se sobre mim, com os joelhos na cama, ao lado das minhas pernas, fazendo com que nossos paus se tocassem enquanto nos masturbávamos. No momento em que ele começou a gozar forte em meu pau, na minha barriga e no meu peito, gozei intensamente como nunca antes havia gozado e como se não tivesse gozado havia pouco tempo na sala de vídeo. O garoto quedou-se ao meu lado durante um tempo e, em seguida, levantou-se, convidando-me ao banho. Nos lavamos e ele me acompanhou ao armário, onde peguei o dinheiro e paguei-lhe pelo serviço prestado, na certeza de ter empregado muito bem o meu dinheiro.
A partir desse dia, todas as quartas-feiras ao final do expediente de trabalho eu me dirigia àquela sauna e me encontrava com o garoto. Todos os funcionários e outros garotos de programa sabiam que eu era o seu cliente fixo e o chamavam assim que eu aparecia. Isso permaneceu por meses. Eu satisfazia minha necessidade sexual, não tinha compromisso nenhum com ele, afinal eu pagava para transar, e mantinha meu casamento. Até que um dia…
Certo dia o garoto não apareceu. Um seu colega de trabalho me avistou e contou que ele precisara viajar para o Rio de Janeiro, porque seu pai havia morrido. Consternei-me com o fato e quis, sinceramente, estar a seu lado para consolá-lo. Pensei em ir embora, mas como já estava por ali, fui para a sauna relaxar. Um homem aparentemente da minha idade e, como eu, com corpo definido, entrou e sentou-se ao meu lado na penumbra daquele ambiente cheio de vapor. Aos poucos foi aproximando sua perna da minha, até que ambas se tocaram. Ele foi intensificando o toque. Não afastei minha perna, gostando do que estava acontecendo. Ele então dirigiu sua mão para o meu pau e o segurou. Fiz o mesmo com o pau dele. Nos olhamos, ele foi aproximando seu rosto do meu e acabamos nos beijando. Após alguns instantes, ele levantou-se, pegou-me pela mão e puxou-me para fora. Tomamos uma ducha, enrolamo-nos na toalha e ele levou-me ao bar, onde sentamos, pedimos suco de laranja e ficamos conversando, falando sobre nós e nossas vidas. Também era casado e disse já estar de olho em mim havia algumas semanas. Lamentava que eu pagasse para transar sendo bonito e atraente, e havendo, com certeza, vários homens ali que ficariam muito felizes em sair comigo sem que eu precisasse pagar… como ele, por exemplo. Acabamos indo para um quarto e, creio, fizemos amor pra valer. Nos beijamos e nos chupamos muito e, pela primeira vez, comi e fui comido. Ele estava preparado com muitas camisinhas e um tubo grande de KY. Nesse dia, cheguei em casa muito tarde, pois perdera a noção do tempo com aquele homem. Trocamos telefone e, na semana seguinte, ele levou-me para conhecer outra sauna em Pinheiros, essa próxima à avenida Dr. Arnaldo, travessa da rua Cardeal Arcoverde, onde dificilmente havia garotos de programa. Ali passou a ser nosso ponto de encontro semanal. Gostávamos ambos do ambiente libidinoso de uma sauna gay. Naquela, os filmes no vídeo eram gays e os homens eram mais exibicionistas. Várias vezes ficamos namorando na piscina ou na hidro, ao lado de outros casais.
Minha identidade homossexual foi-se definindo e, após 2 anos, por coerência comigo e respeito à minha esposa, decidi separar-me. Nunca contei-lhe a verdadeira razão de nossa separação, mas ela sentia que algo entre nós não estava bem e que eu já não tinha prazer com ela. Naturalmente, saí de casa e meu filho permaneceu com ela. Após alguns meses, minha ex-esposa anunciou que ia casar-se novamente. Dessa forma, voltei para minha casa, pois ela moraria no apartamento do seu novo marido. Meu filho acompanhou-a, mas não se deu bem com o padrasto. Adolescente de 14 anos, não admitia ser repreendido pelo marido de sua mãe. A situação ficou tão difícil que abalou o casamento de ambos. Após muito diálogo, decidimos os 4 – ela, o marido, meu filho e eu -, que o rapaz voltaria a morar comigo.
Nunca assumi minha homossexualidade perante as pessoas e, em casa, nada havia que pudesse me comprometer, nem vídeos, nem revistas. O meu caso com aquele homem casado perdurava, para nossa alegria e tranqüilidade. Com meu filho, procurei desenvolver uma relação de confiança, o que fez com que ele sempre me contasse o que acontecia com ele: seu primeiro beijo, sua primeira transa com uma garota, suas angústias juvenis, seus sonhos para o futuro… Mesmo com tanta confiança, e porque ele nunca me perguntara diretamente nada – caso contrário eu seria sincero e diria a verdade –, eu não cheguei a revelar-lhe a minha atração por homens.
Aos 18 anos, meu filho serviu o exército. Meu garoto já estava um homem, lindo e perfeito, ficando uma graça vestido de soldado. Após alguns meses, ele me disse que precisava falar comigo algo muito sério, mas sempre ia adiando, até que eu o chamei uma noite em que ele estava em casa e lembrei da nossa confiança mútua. Fosse o que fosse, eu o apoiaria em tudo. Com muito constrangimento e palavras fugidias, contou-me que, no quartel, havia acontecido algumas brincadeiras sexuais com alguns de seus colegas. Com ajuda das minhas perguntas, contou-me tudo o que já fizera, inclusive sexo oral e anal, em dupla e em grupo. E, por fim, a uma pergunta minha, afirmou que gostava sim de homens, muito mais do que de mulheres. Que havia sentido muito mais prazer na relação homossexual do que na hetero. Com tanta sinceridade e coragem, chegara a hora de contar a ele sobre mim e minha experiência. Ele, sorrindo encabulado, disse que já desconfiara, pois muitas vezes percebera meu olhar rápido, mas interessado, voltado para homens na rua. Ficamos horas conversando, nos confidenciando, contando experiências, detalhes curiosos. Rimos várias vezes de diversas situações surgidas. Já tarde da noite, fomos dormir. Antes de ir para o seu quarto, meu filho me abraçou me forte e me deu um beijo extremamente carinhoso no rosto. A partir daquele dia, sempre que saía ou chegava, ou que fôssemos dormir, ele me beijava o rosto. Dormi muito bem naquela noite, pois agora nada tinha a dever a meu filho e nosso confiança um no outro era total.
As quartas-feiras passaram a ser dias especiais para mim, pois era o dia em que, após as 13h00, meu filho tinha folga do quartel e vinha para casa, e também o dia do meu encontro com meu amante. Embora gostasse de estar com meu homem, fazia todo o possível para chegar cedo em casa e compartilhar a companhia do meu garoto. Certa noite, cheguei em casa mais cedo do que o habitual. Na sala, achei num canto do sofá a cueca do meu filho, melada de porra e sobre a mesa de centro a capa de um dvd gay. Procurei meu filho e o encontrei no banho. Nada disse. Quando ele chegou pelado na sala, enxugando-se com a toalha, levou um susto ao ver-me sentado no sofá assistindo a filme que ele trouxera. Instintivamente cobriu-se com a toalha, ficou vermelho e, gaguejando, disse-me que eu havia chegado muito cedo e pediu-me desculpa pela cena, pegando sua cueca e escondendo-a atrás de si. Procurei deixá-lo à vontade, pedindo que não se preocupasse com aquilo. Disse a ele que eu também gostava de filme pornô e que nunca trouxera um por respeito a ele, pois, quando ele era menor, não sabíamos um do outro. Perguntei-lhe se ele se importava que eu assistisse um pouco do filme, pois estava muito bom e os atores eram lindos. Ele não se importou e acabou sentando na poltrona perto do sofá para também assistir. Meu pau estava duro dentro da calça e percebi que a toalha do meu filho armara uma “tenda”, que ele, em vão tentava esconder. Sorrindo, disse a ele para ficar à vontade, que homem não consegue esconder ereção. Ele relaxou. Aos poucos, foi alisando o pau sob a toalha, olhando de vez em quando pra mim. Passei a alisar meu pau também, com a mão por cima da calça. Num determinado momento, levantei-me, tirei minha camisa, fui até meu filho e abri sua toalha, deixando à mostra seu pau. “Pronto. Assim você fica mais à vontade!” Primeiramente, ele procurou esconder o pau com a mão, depois passou a se masturbar livremente. Era a primeira vez que via a rola do meu filho dura… e que bela rola. Parecida com a minha, porém maior. Mais uma vez levantei-me, tirei minha meia, a calça e a cueca e também fiquei me masturbando livremente. “Bela rola!”, disse-me ele após alguns minutos de observação. Ficamos nos masturbando até que ele gozou e eu, vendo seu gozo, também, gozei. Desligamos o filme e cada um foi para seu quarto, tomar banho. Depois jantamos e conversamos sobre muitas coisas e também sobre o filme. Combinamos que às quartas-feiras faríamos sempre a nossa seção de vídeo e de punheta.
Na quarta seção de punheta, meu filho sentou-se a meu lado no sofá. No auge do tesão, ele que sempre ficava de olho no meu pau (e eu no dele, não nego) acabou segurando minha rola e me masturbando. Acabei fazendo o mesmo com o pau dele. Gozamos um melando a mão do outro. Naquela noite, jantando, ele me disse que gostara muito de sentir o meu pau na mão dele e ser tocado por mim. Não pude negar que aquilo também me dera muito prazer. Lavamos juntos, como sempre, a louça do jantar e ficamos conversando na sala até passar das 23h00. Já estava na cama me preparando para dormir, quando meu filho bateu na porta e entrou, completamente nu, com o pau semi-ereto. Sentou-se ao meu lado e perguntou-me se podia fazer uma pergunta muito íntima. Respondi que sim, apelando para a nossa confiança mútua. “Você gostou de verdade de tocar o meu pau? Sentiu prazer?”. A maneira como ele me olhava nos olhos me impediu de responder com palavras. Apenas pude balançar afirmativamente minha cabeça. Ele aproximou-se de mim, segurou meu rosto em suas mãos jovens e másculas e me beijou-me, enfiando sua língua em minha boca, tocando a minha língua. Parou, olhou-me nos olhos e perguntou-me se gostara daquilo também. Não respondi nada. Apenas aproximei-me e retribui seu beijo. Sem parar de beijar-me, meu filho arrancou o lençol de cima de mim e jogou-o no chão, deixando meu corpo nu e meu pau já duro à mostra. Deitou-se sobre mim também com sua rola dura e nos beijamos e esfregamos com paixão. Nossas mãos tocavam o corpo um do outro onde alcançava: cabelos, peito, costas, bunda, cu, pau…
Por ser a primeira vez e por estarmos profundamente excitados, gozamos rapidamente. Meu filho deitou-se ao meu lado, com a cabeça sobre meu peito, espalhando nossas porras em minha barriga… e assim adormecemos.
Quando acordei no dia seguinte, ele já havia saído para o quartel. Já antecipei toda a angústia de ter de aguardar até a quarta-feira seguinte para vê-lo novamente. Mal consegui trabalhar naquele dia. Duas vezes fui ao banheiro do escritório para me masturbar. Logo após o almoço, meu filho telefonou-me declarando todo o seu amor e desejo por mim. Disse-me que, de manhã, quando me vira nu na cama, seu desejo foi de me chupar o pau, mas teve de resistir caso contrário chegaria atrasado no quartel e poderia ter sua folga cancelada… e isso ele não suportaria… mais de uma semana longe de mim seria insuportável. Também me disse que já havia se masturbado 3 vezes naquela manhã pensando em nós 2 na noite anterior e em tudo o que ainda iríamos fazer. Sozinho no escritório, falando com meu filho e ouvindo tudo o que ele me dizia, pus meu pau pra fora e comecei a me masturbar. Contei a ele o que estava fazendo e ele passou a dizer-me muita sacanagem pelo telefone, até que não resisti e gozei. Ele desligou em seguida, pois precisava correr ao banheiro para também bater uma punheta e gozar. Naquela semana, todos os dias, ao mesmo horário, ele me ligava para me fazer gozar.
Na quarta-feira seguinte, liguei para meu amante e desmarquei o nosso encontro. Dei uma desculpa no emprego e saí logo após o almoço. Cheguei em casa e tomei banho, aguardando a chegada do meu filho, deitado nu no sofá da sala. Ele chegou, me beijou apaixonadamente e, em seguida, tirou sua roupa. Eu, nu, deitado de lado no sofá, apoiando a cabeça com uma das mãos e me masturbando com a outra, observava meu filho, com a roupa do exército, tirar a roupa aos poucos, me seduzindo. Já completamente nu, parou ao meu lado no sofá, mostrando-me sua deliciosa rola dura e melada. Acariciei-a e a puxei em direção à minha boca. Agora tudo estava consumado. Meu filho passara a ser o meu amante de verdade. Sabia que a partir de então só aprofundaríamos nossa relação. Chupei sua rola linda com desejo, aguardando o momento em que o rola que o fizera vir ao mundo também seria sugada por ele. Enfiei minha mão livre no meio de suas pernas e encontrei seu cuzinho liso. Meu filho, ao contato de minha mão, afastou uma perna da outra, possibilitando que meu dedo fosse entrando em seu cu. Enquanto o chupava, meu dedo o fodia. Ele gemia e rebolava sua bunda em minha mão. Não mais resistindo ao tesão, foi-se inclinando sobre mim até que abocanhou minha rola melada de desejo. Nos sugamos com voracidade. Quase gozando, meu filho saiu de cima de mim e posicionou-se de outra maneira: olhando para mim, sentou na cabeça do meu pau e foi abaixando até que entrou toda a minha rola no seu cu. Nos abraçamos e beijamos, enquanto ele me cavalgava. Permanecemos nessa deliciosa posição até que, em determinado momento, não mais agüentando segurar, ele gozou forte em minha barriga. O gozo de outra pessoa sempre me fascinou e excitou. Ao ver meu filho gozar em cima de mim, gozei gostoso dentro de seu cu. Extenuados permanecemos abraçados, com meu pau ainda dentro dele, sentindo o contato amoroso de um corpo contra outro. Um beijo apaixonado e sereno selou nosso compromisso de amor. Sabíamos que, a partir daquele momento não haveria outros homens para nós… somente teríamos um ao outro.

Post Author: pintolandia

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